Pela boca vive o peixe. Viva o palavrão!
Querido Afonso,
o teu tio veio em socorro do teu pai, e em meu. Encontrou um estudo que serve como resposta ao post anterior.
Parece que uns eruditos dos States descobriram que: "Quem diz palavrões é mais honesto e de confiança". (Por isso é que não se ouve a classe política a recorrer ao vernáculo!)
Depois disto temos de começar a introduzir os palavrões no vocabulário de Sua Alteza. Quanto ao papá, se a honestidade é directamente proporcional ao uso do calão e palavrão, eu sou mesmo uma mulher cheia de sorte!

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