Ser Rei! Ser poeta! O verdadeiro poema de Florbela (Cristina) Espanca
Hoje vai disto outra vez!
A ti, Dom Afonso, te dedico este poema de Florbela Espanca, que segundo reza a lenda foi escrito pela própria, inspirada quiçá, por alguém que teve os mesmos problemas que eu...
Qual "Ser Poeta", qual quê...
Cá vai, (declamado em tom épico - fofinho)!
Ser Rei
Ser Rei é causar sobressalto, é ter ao dispor
duas pajens! (as gatas) Ter tudo de bandeja!
É ter miminho e agir como quem seja
Rei do Reino da Mãe e Daquele Senhor! (o papá)
É noites-mil-bocejos, um terror
E nem saber sequer o que aleija!
É ser tirano e ter tudo o que deseja
É ser um baby cheio de glamourrrr!
É ter fome, dá-me já a papa, senão grito!
Antes, no banho, choro e frenezim...
Se a cara afundo fico aflito!
E é atirar-me, assim (de cabeça), perdidamente... (da cama)
Dói, mas não fez sangue, foi um chinfrim
E a mamã inquietando-se constantemente!
E agora que ficou tudo com a lágrima no canto do olho, deixo-vos uma ilustração que descreve bem as travessuras que se passam aqui.
Doce ou Travessura?...Doce!


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